domingo, 31 de julho de 2011

saudade.

Existem dias em que fica mais complicado gerir as saudades...


Hoje é um deles.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

espera.

às vezes todas as dúvidas desaparecem... e aí sou tão, mas tão feliz! :')

Quero que o tempo passe, quero esperar, quero aproveitar bem enquanto espero, mas quero aguardar por aquilo que por agora me põe um sorriso aberto no rosto, nada mais consegue o mesmo sorriso, não da mesma forma.

Não sei o que é, não está definido, mas só sei que quero, muito...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Primavera

Sem tempo e a correr, mas gosto disto... Está sol até tarde, calor e bom tempo!

A Primavera chegou em força!
De resto, interessa dizer que com a Primavera tenho a cabeça às voltas, tenho linhas entrelaçadas por entre os dedos esperando que eu lhes ache a ponta. Tenho quatro fios enrolados, baralhados, sem qualquer nó, mas com as pontas tão escondidas que fica difícil resolver-me. Estou baralhada, tenho a cabeça às voltas, e parece que regredi a idade. Por hoje é só isto, que vou aproveitar a Primavera!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Só porque tudo doí mais... Sinto falta de algo que se tornou essencial, sinto falta algo essencial. Sinto-me culpada por imensa coisa e sinto uma incapacidade tremenda das minhas mãos. Sinto que não compreende nem vai compreender, sinto que tem razão, porque não é compreensível... Estou cansada, e só queria o abraço... nada mais. Estou a deixar fugir o resto.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Troca.

Se calhar está mesmo confuso demais, se calhar o sol é outro, e as nuvens são bem mais... e se calhar tinha bastante mais sentido referir que o sol sendo outro seria ele o futuro, sendo o que queria até me queimar, mas estando longe, difícil de alcançar, e tão distante que a sua queimadura sem a sua presença dói, muito.
Se calhar assim as nuvens passam a ser difíceis de afastar, passam a seduzir-me, passam a estar mais perto, mas no entanto são frias, desagradáveis, passam a usar o meu chão quase sem pedir licença, quase sem esforço, e isso magoa. As nuvens são cinzentas, mesmo que por vezes pareçam menos carregadas, é engano, continuam a ser nuvens. Más!
As nuvens escondem a força com que o Sol queima... mas no fundo só vão piorar a queimadura...

Pronto assim já faz mais sentido no meu céu confuso.
Puff, com isto cansei-me.

coisas estranhas.

é só isso, uma imensidão de coisas estranhas a acontecer...
O que me invade os dias são nuvens indecentes, perdidas por entre o azul do céu.
De manhã nuvens escuras, perdidas, chuvosas... com força o vento sopra e elas deixam escapar o Sol. O Sol esse distrai-me, dança à minha frente, leva-me a pontos perigosos de queimaduras solares que mesmo não doendo, são desaconchegantes... no entanto o sol continua a chamar-me, continuo a expor-me a ele mesmo sabendo que, sendo demais, faz mal. No fundo o Sol conhece-me os contornos e vai seduzindo silenciosamente.
De volta às nuvens, deixam-me perdida, fazem-me perder o meu Norte, fazem-me ficar a olhar para elas e querer tê-las mais perto, viver nelas como se tudo fosse um sonho, no fundo não me deixam ver nitidamente o céu azul... sendo este o meu futuro. As nuvens trazem consigo o futuro, sei que é com elas que está, sei que só tenho de dar tempo para que o céu nublado e carregado desapareça, pois com nuvens altas vivemos nós bem.

Por agora é isto.


(As nuvens confundem-me notávelmente o discurso... -.-' )

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

.

Só assim porque gosto de me ver com trabalho... (apesar de estar demasiado stressada para o meu gosto vah...)

Só porque é sempre bom ver que depositam responsabilidade e confiança em nós...
Só porque às vezes damos conta que a meio de uma conversa existe um sorriso verdadeiro, só porque aos poucos gosto de pensar que pelo menos à 2 dias que me sinto bem, à 2 dias que voltei a falar com 5 pessoas com quem não tinha assim tanto contacto nos últimos tempos (isto porque a vida é complicada, o tempo é escasso... ou simplesmente por simples "desleixe")... e tudo isto hoje sabe-me bem :)

mesmo pensando que tenho duas sessões de aulas para apresentar e dinamizar amanhã, mais 3 atendimentos individuais.... tudo para fazer até às 14h e pronto...


Hoje vou adormecer com um sorriso presente, não apenas baseado em esperanças e fantasias, e isso é algo que já tinha saudades...

Vamos ver até quando.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

agora.

Agora estou só em pânico.
Se saí de casa mal, posso dizer que voltei igual ou pior.
E agora é só o pânico a rondar-me, a falta de ar constante, o medo aterroriza-me e aumentou agora substancialmente.
Tenho medo, muito medo apenas. Para a próxima calo-me, devia deixar de falar simplesmente, porque tudo é mal interpretado. Fico melhor calada, nada do que digo vale a pena, nada do que faço bem é valorizado. O sorriso verdadeiro deixou de existir, a gargalhada sentida... tenho muitas saudades dela. Tenho imensas saudades de me sentir feliz por inteiro, de sentir que faço falta a algo e não sou apenas um acessório no espaço.
Estou em pânico hoje, quero respirar e custa-me, quero viver como toda a gente mas não sei como.
Sinto que perco mais a cada dia, sinto que isso passa ao lado de toda a gente que me olha sem dar por nada.

Por fim, tenho um medo cada vez maior de que com esta atitude perca ainda mais, que afaste tudo o que amo, tudo o que por agora me ocupa e me faz viver um bocadinho, no fundo tenho medo que me deixem cair no fundo sem olhar para trás...

domingo, 23 de janeiro de 2011

resolução.

Hoje encontrei algo:

"E quando o pássaro lhe abre
A gaveta da raiva,
A raiva escorrer de dentro dela e
Domina-o totalmente.
E até que o pássaro
Volte a fechar a gaveta
Ele não pára
De se zangar."
O Pássaro da Alma, Michal Snunit
Só tenho de saber fechar a gaveta...

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

explosão

Vai passar, vai passar, vai passar

Por favor, já caí demais, chega, não quero mais...

Quero voltar a minha calma de novo, nao me quero continuar a afastar de mim mesma. Não quero mais lágrimas, não quero mais sentir-me assim.
Sinto uma necessidade urgente de rebentar... de simplesmente poder tirar tudo o que me passa pela cabeça dos meus pensamentos.
Sinto necessidade de mandar bem alto o berro que trago dentro de mim constantemente.
Só isso...

Já passa.